Muito se ouve falar hoje em dia sobre os Fios de PDO. As estrelas de Hollywood aderiram aos queridinhos e desde então virou um procedimento muito procurado pelas clínicas dermatológicas. Mas o que são esses Fios?

Fios de PDO (Polidioxanona) – o que são e como funcionam


Feitos com material absorvível pelo organismo (PDO = polidioxanona), esta tecnologia já está no mercado há mais de 30 anos, pois é um dos materiais de fios de sutura interna nas cirurgias. Nesses últimos anos,
eles estão sendo produzidos para fins estéticos. Ao serem absorvidos, há formação de coluna de colágeno, que vão se conectando, dando firmeza à pele. Com o passar dos anos, começamos a diminuir (ou até mesmo perder) essa produção de colágeno no nosso organismo, sentindo mais o processo de envelhecimento.
A perda da firmeza cutânea vem do processo de envelhecimento natural e genético, bem como de fatores externos, que aceleram esse fenômeno acarretando diversas consequências bastantes indesejadas, como a
flacidez da pele facial e as ptoses (=quedas dos tecidos moles / com acentuação do sulco nasolabial – o famoso “bigode chinês”; do sulco lábio-mentoniano – “as linhas de marionete”, do código de barras – rugas
ao redor dos lábios; das famosas “bochechas de buldogue”), das cicatrizes de acne e das olheiras. Os Fios de PDO se dividem em diferentes tipos, com diferentes finalidades: os de tração e sustentação, os de bioestímulos e os de preenchimento. Os efeitos do procedimento costumam ser notados já no momento do procedimento e tornam-se mais evidentes em torno dos 3 ou 4 meses. Os fios permanecem na região cerca de 6 a 8 meses, porém, seu estímulo à produção de colágeno permanece em torno de 1 ano na pele.
E não há receita de bolo fechada e definitiva. Cada pessoa tem suas queixas, está num momento específico de vida, tem hábitos diferentes e questões particulares. Isso tudo deve ser levado em consideração numa
avaliação prévia para obtermos os melhores resultados dentro de um custo-benefício pré-determinado.